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Djanira (1914-1979) é representada no leilão da TNT Arte com sua obra "Cristo", um desenho em carvão sobre papel assinado na parte inferior esquerda. A peça, datada de 1965, revela a sensibilidade da artista para temas religiosos, característica marcante em sua obra. No desenho, Djanira expressa sua devoção e espiritualidade através de traços delicados e detalhados.

Características Artísticas:

Um dos aspectos mais marcantes da obra de Djanira é a temática religiosa presente em muitos de seus trabalhos.

Desde seu primeiro desenho, um Cristo realizado em 1939 no sanatório de São José dos Campos, a artista demonstrava sua devoção e expressava sua espiritualidade através da arte.

Reconhecimento:

A artista é reconhecida como um nome importante do modernismo brasileiro e, por isso, integra as principais colecoes institucionais e privadas do pais. No acervo do Museu Nacional de Belas Artes estão abrigadas 813 de suas obras.

Temas recorrentes:

Seus temas prosaicos eram elevados à "transcendência plástica", como afirmou o crítico Clarival do Prado Valladares, que destacou a fusão entre a pintura mística e a pintura terrena nas obras de Djanira, resultando em um trabalho poético e dramático que surpreende pela sua profundidade emocional.

Nacionalidade

Avaré, São Paulo

Categories

Azulejaria, Cerâmica, Desenho, Gravura, Pintura, Tapeçaria

Themes

A representação do povo brasileiro, suas paisagens e cotidianos, a religiosidade (tanto católica quanto de matriz africana) e a exploração do trabalho, com ênfase no trabalhador do campo e do meio urbano.

A pintora brasileira Djanira foi premiada, entre outras coisas, com o Prêmio de Viagem em 1951 no Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, pela obra "Zabumba". Ao longo de sua carreira, ela consolidou-se como uma das artistas mais importantes do Brasil, retratando o povo e a cultura do país em suas obras.

  • 1951

    Prêmio de Viagem

    Prêmio de Viagem (1951) O quê: Um prêmio que consistia em uma viagem. Quando: Em 1951. Onde: No Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro. Por quê: Pela obra "Zabumba".